Jackson Cionek
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Dormir, acordar e atravessar o meio - quando a consciência muda de configuração

Dormir, acordar e atravessar o meio - quando a consciência muda de configuração

Talvez o artista perceba diferenças do sonho antes de conseguirmos explicá-las. Em Sandman, por exemplo, o espaço muda, uma pessoa ausente reaparece, uma casa ganha um corredor inexistente e ainda assim continuamos sentindo que estamos em algum lugar. A arte não demonstra neurofisiologia, mas pode preservar nuances da experiência que a ciência depois tenta medir.

Dormir é, por isso, um exemplo cotidiano e radical para o W40/2026. Todas as noites atravessamos:

vigília → sono → vigília.

Talvez o mais informativo não esteja apenas nos estados A e B.

Está na travessia.

Antes de N1: fechar os olhos já muda o território

Feche os olhos por alguns segundos.

A cena visual deixa de ser atualizada continuamente. Isso não “desliga” o córtex occipital. Em vigília de olhos fechados, porém, aumenta tipicamente a potência alfa posterior, aproximadamente 8–12 Hz. Estudos recentes relacionam essa mudança à modulação e à inibição funcional do processamento visual, além de mudanças na competição entre modalidades — não a uma simples “limpeza” de uma área cerebral. (PubMed Central (PMC))

Isso modifica uma intuição BrainLatam.

Fechar os olhos talvez não libere um espaço vazio no occipital para receber “dados internos”. A exigência do fluxo visual externo diminui e outras relações podem ganhar peso. Curiosamente, quando imagens visuais espontâneas aparecem de olhos fechados, o alfa posterior pode diminuir novamente. A imagem interna também recruta dinamicamente sistemas posteriores. (PubMed)

Na linguagem BrainLatam, podemos começar a perguntar se APUS fica menos rigidamente restringido pelo território visual presente antes mesmo de N1. O território não desaparece. Não “entramos para dentro”.

Muda a configuração de informações que organiza o Corpo-Território.

O sono começa antes de sabermos dizer que começou

Li e colaboradores analisaram EEG de mais de mil pessoas e mostraram, em 2025, que adormecer segue uma dinâmica compatível com uma bifurcação: há um tipping point, precedido por critical slowing down, no qual a trajetória do sistema muda de regime. Em parte dos participantes, esse ponto surgia quando a classificação convencional ainda os considerava acordados. (Nature)

Isso resume um problema central do W40/2026:

A pode já estar deixando de ser A antes de conseguirmos nomear B.

Então chega a hipnagogia.

Um pensamento perde a frase.

Uma imagem aparece sem ter sido deliberadamente construída.

Deitado, podemos experimentar movimento; sem deslocamento, distância e outro posicionamento espacial.

Pelo Monismo de Triplo Aspecto de Alfredo Pereira Jr., não precisamos dizer que “a consciência saiu do corpo”. A materialidade do corpo vivo, os padrões dinâmicos de informação e a sentiência são apresentados como aspectos conjuntamente necessários da experiência consciente, dentro da busca por uma realidade integrada — não três mundos separados. (ANPOF)

O organismo permanece situado enquanto sua configuração material, informacional e sentida muda.

APUS não abandona o Corpo-Território. APUS muda de configuração nele.

N1: quando APUS deixa de ser tão imposto pelo agora

O ambiente continua participando.

Tato, gravidade, propriocepção, sistema vestibular, audição, temperatura e sinais internos não desapareceram. Mas a dominância do território visual compartilhado diminui e imagens hipnagógicas, memórias e associações podem participar de outra maneira.

Não existe uma contagem neurocientífica universal de “12 sentidos”. Quando BrainLatam fala em 12+ sentidos, trata-se de um convite para superar os cinco sentidos escolares e considerar múltiplos sistemas exteroceptivos, proprioceptivos, vestibulares e interoceptivos.

Na nossa extensão conceitual, APUS ajuda a pensar o território externo incorporado - posição, postura, direção, alcance e movimento - enquanto Tekoha ajuda a pensar o território sentido por dentro. (brainlatam)

Horowitz e colaboradores mostraram, em 2023, que a incubação direcionada de sonhos durante N1 esteve associada a melhor desempenho criativo posterior e maior distância semântica, especialmente quando o tema incubado aparecia no relato do sonho. Isso não transforma N1 numa “fase da criatividade”. Mas mostra que essa região liminar pode favorecer combinações menos disponíveis na vigília estabilizada. (DOI)

Talvez o artista reconheça esse terreno:

não outro mundo,

mas outras relações possíveis dentro da mesma materialidade viva.

N2: Tekoha pode ficar mais flexível?

Aqui começamos a avançar da evidência para uma hipótese BrainLatam.

Tekoha nos ajuda a perguntar pelo território sentido por dentro: respiração, batimento, temperatura, estados viscerais, afeto e história incorporada.

N2 é um estágio mais estável do sono, caracterizado por fusos e complexos K. Esses eventos participam da arquitetura que mantém o sono e estão relacionados a processos de plasticidade e consolidação de memória. (NCBI)

Mas a ciência atual não demonstra que N2 seja especificamente uma “flexibilização do Tekoha”.

Podemos, porém, transformar a intuição em uma pergunta:

Se APUS perde parte da rigidez imposta pelo ambiente visual presente durante a entrada no sono, será que N2 cria condições para que relações entre memória, afeto e estado corporal se tornem mais reorganizáveis?

Isso é hipótese BrainLatam.

E o território chega à noite conosco.

Beck, Loretz e Rasch mostraram que a proximidade temporal do estresse importa para a profundidade do sono. Quando o estressor acontecia antes do sono, seus efeitos apareciam mais no começo do período; quando havia antecipação de um estressor posterior ao despertar, os efeitos se deslocavam temporalmente em direção ao evento esperado. (OUP Academic)

O futuro não voltou no tempo.

A antecipação do futuro já estava materialmente acontecendo no organismo.

N3: profundidade e sedimentação

Em N3, a ideia de sedimentação do percebido encontra uma base mais forte, desde que “sedimentar” não signifique copiar.

Brodt e colaboradores descrevem a coordenação entre replay hipocampal, sharp-wave ripples, fusos talâmicos e oscilações lentas neocorticais na consolidação e transformação de memórias durante o sono. Representações dependentes do hipocampo podem participar da formação de representações mais distribuídas e semelhantes a esquemas corticais. (PubMed)

O vivido pode permanecer porque muda.

Alguns detalhes enfraquecem.

Relações são reorganizadas.

Regularidades podem ganhar peso.

Sedimento não é fotografia do território. Sedimento modifica o terreno que receberá o próximo acontecimento.

E aquilo que será reorganizado nunca aconteceu apenas no córtex.

Houve pele.

Postura.

Respiração.

Temperatura.

Espaço.

Metabolismo.

Tecido neural e epiderme compartilham uma origem ectodérmica antes de seguirem diferenciações distintas, sem que isso os torne equivalentes. (DOI) A própria pele apresenta formas de memória imunológica, como células T de memória residentes, algo completamente diferente de memória episódica, mas que mostra outra maneira pela qual acontecimentos anteriores continuam materialmente participando de um organismo. (PubMed)

Somos Corpo-Território.

O caminho não é uma escada

Também precisamos corrigir uma imagem intuitiva.

O ciclo não é simplesmente:

N1 → N2 → N3 → REM.

Na organização típica do sono adulto, podemos atravessar N1 → N2 → N3 → N2 → REM, repetindo ciclos ao longo da noite, com mudanças na proporção dos estágios. (NCBI)

Transição não precisa ser linha reta.

E o próprio REM não é homogêneo.

REM tônico e fásico: APUS e Tekoha em outra configuração

REM possui uma microestrutura tônica e fásica. O tônico corresponde aos intervalos sem rajadas de movimentos oculares rápidos; o fásico, aos episódios marcados por essas rajadas. Eles não devem ser imaginados como dois degraus fixos de uma escada: alternam dentro do REM.

Em 2025, registros intracranianos de 31 pacientes mostraram diferenças de potência e conectividade entre REM tônico e fásico. (DOI)

Então surgiu um resultado especialmente provocador para APUS e Tekoha.

Cataldi e colaboradores compararam, em 2026, respostas cerebrais a sons externos e aos próprios batimentos cardíacos.

As respostas auditivas diminuíram da vigília para REM tônico e ficaram ainda mais atenuadas no REM fásico. As respostas relacionadas aos batimentos permaneceram presentes durante REM e foram maiores que na vigília. O balanço entre processamento exteroceptivo e interoceptivo deslocou-se gradualmente, com REM tônico numa posição intermediária e REM fásico apresentando a maior mudança relativa em direção aos sinais cardíacos. (PubMed)

Isso não prova:

REM tônico = APUS

ou

REM fásico = Tekoha.

Seria exatamente o tipo de ótimo local conceitual que tentamos evitar.

Mas permite novas perguntas.

No REM tônico, podemos investigar se configurações espaciais relativamente contínuas ajudam a sustentar um APUS onírico:

onde estou?

de onde percebo?

quem está perto?

qual distância existe?

Estudos sobre relatos de sonhos mostram que perspectiva visual, distância interpessoal e localização do self continuam organizando a experiência onírica. Em um estudo de 2023 com 530 participantes, a perspectiva em primeira pessoa foi predominante e a distância entre o self onírico e outros personagens mostrou organização espacial mensurável. (PubMed)

No REM fásico, aparece outra pergunta:

Tekoha se torna mais plástico justamente quando determinadas informações do território externo passam a ter menor peso relativo?

E aqui está nossa hipótese mais ousada.

Talvez, em alguns sonhos, não apenas percebamos um corpo ou um território.

Talvez possamos experimentar ser a configuração corporal que estamos percebendo.

Isso ainda não foi demonstrado como função específica do REM fásico.

Mas agora pode ser testado.

Poderíamos despertar participantes separadamente em REM tônico e fásico e medir EEG, EOG, ECG e respiração, perguntando imediatamente sobre autolocalização, perspectiva, distância, pertencimento corporal e identificação com o corpo ou personagem do sonho.

Não estamos dizendo que encontramos Tekoha no REM fásico.

Estamos perguntando se existe algo compartilhável e mensurável por trás dessa experiência.

Atravessar e voltar

O banco DREAM, publicado em 2025, reuniu vinte conjuntos de dados, 505 participantes e 2.643 despertares. Ele reforça algo decisivo: experiência consciente durante o sono não pertence exclusivamente ao REM. Há grande diversidade de mentação durante NREM, REM e nas regiões hipnagógicas e hipnopômpicas das transições. Entre seus autores estão pesquisadores brasileiros como Kátia Cristine Andrade, Draulio Barros de Araujo, Sérgio Mota-Rolim e Fernanda Palhano-Fontes. (Nature)

Talvez possamos então pensar o sono, como hipótese BrainLatam, como uma sedimentação transformadora do percebido e exploração de novas configurações da mesma realidade viva.

Não saímos da materialidade.

Ao fechar os olhos, muda a ponderação do território visual.

Em N1, APUS pode tornar-se menos restringido pelo agora compartilhado.

Em N2, perguntamos se Tekoha encontra condições para reorganização.

Em N3, o percebido sedimenta transformando-se.

No REM, configurações espaciais, corporais e afetivas podem tornar-se experiências completas, enquanto tônico e fásico modulam diferentemente a relação entre sinais externos e internos.

Depois vem a hipnopompia.

Abrimos os olhos.

A parede volta a restringir distância. A gravidade reorganiza o aqui. Uma emoção do sonho talvez permaneça por alguns instantes.

O território compartilhado volta a pesar.

Mas o Corpo-Território que acordou já atravessou outra história.

Talvez dormir nos ensine todas as noites que a consciência não precisa desaparecer para mudar profundamente de configuração.

Não saímos do Corpo-Território. Descobrimos quantas configurações um Corpo-Território consegue materialmente sentir.


Referências comentadas - pós-2021

Hohaia, W., Saurels, B. W., Johnston, A., et al. (2022). Occipital alpha-band brain waves when the eyes are closed are shaped by ongoing visual processes. Scientific Reports, 12, 1194. DOI: 10.1038/s41598-022-05289-6.
O que esta referência representa: confirma o aumento característico de alfa occipital com os olhos fechados, mas mostra que esse alfa continua relacionado a processos visuais em andamento. Fechar os olhos não significa desligar o córtex visual; significa mudar seu regime de funcionamento. (Nature)

ElShafei, H. A., Orlemann, C., & Haegens, S. (2022). The Impact of Eye Closure on Anticipatory α Activity in a Tactile Discrimination Task. eNeuro, 9(1). DOI: 10.1523/ENEURO.0412-21.2021.
O que esta referência representa: mostra que fechar os olhos modifica alfa posterior sem eliminar a organização alfa relacionada à atenção somatossensorial. Isso sustenta a ideia de uma mudança de ponderação entre modalidades, e não uma simples “limpeza” visual. (PubMed Central (PMC))

Hashim, S., & Omigie, D. (2026). Spontaneous visual imagery during extended music listening is associated with reliable alpha suppression. Neuropsychologia, 222, 109346. DOI: 10.1016/j.neuropsychologia.2025.109346.
O que esta referência representa: participantes estavam de olhos fechados, mas a ocorrência de imagens visuais espontâneas esteve associada à supressão do alfa posterior. O espaço visual não fica simplesmente “livre”; ele pode ser novamente mobilizado quando uma imagem internamente gerada emerge. (PubMed)

Li, J., Ilina, A., Peach, R., et al. (2025). Falling asleep follows a predictable bifurcation dynamic. Nature Neuroscience, 28, 2515–2525. DOI: 10.1038/s41593-025-02091-1.
O que esta referência representa: é a principal base para o eixo sleep onset → bifurcation → tipping point. A passagem ao sono mostrou dinâmica de bifurcação e critical slowing down. A transformação pode começar antes que a classificação convencional declare que o novo estado chegou. (Nature)

Horowitz, A. H., Esfahany, K., Vega Gálvez, T., et al. (2023). Targeted dream incubation at sleep onset increases post-sleep creative performance. Scientific Reports, 13, 7319. DOI: 10.1038/s41598-023-31361-w.
O que esta referência representa: conecta N1 à possibilidade de associações mais distantes sem transformar hipnagogia em uma categoria mística de criatividade. A transição parece permitir combinações que a vigília estabilizada torna menos disponíveis. (DOI)

Beck, J., Loretz, E., & Rasch, B. (2022). Stress dynamically reduces sleep depth: temporal proximity to the stressor is crucial. Cerebral Cortex, 33(1), 96–113. DOI: 10.1093/cercor/bhac055.
O que esta referência representa: demonstra que o impacto do estresse no sono depende de sua posição temporal. O Corpo-Território leva para o sono não apenas aquilo que aconteceu, mas também a antecipação materialmente presente do que espera encontrar. (OUP Academic)

Brodt, S., Inostroza, M., Niethard, N., & Born, J. (2023). Sleep—A brain-state serving systems memory consolidation. Neuron, 111(7), 1050–1075. DOI: 10.1016/j.neuron.2023.03.005.
O que esta referência representa: fornece a base para nossa metáfora de sedimentação. Replay, ripples, fusos e oscilações lentas participam de transformações da memória durante o sono. Sedimentar o percebido não é arquivá-lo intacto. (PubMed)

Jameson, C., Boulton, K. A., Silove, N., Nanan, R., & Guastella, A. J. (2023). Ectodermal origins of the skin-brain axis: a novel model for the developing brain, inflammation, and neurodevelopmental conditions. Molecular Psychiatry, 28, 108–117. DOI: 10.1038/s41380-022-01829-8.
O que esta referência representa: sustenta a ancestralidade ectodérmica compartilhada por epiderme e tecido neural antes de suas diferenciações. Não torna pele e córtex equivalentes; ajuda a lembrar que cérebro e fronteira corporal pertencem à mesma história do organismo. (DOI)

Liu, G., Wang, Z., & Li, S. (2024). Heterogeneity and plasticity of tissue-resident memory T cells in skin diseases and homeostasis: a review. Frontiers in Immunology, 15, 1378359. DOI: 10.3389/fimmu.2024.1378359.
O que esta referência representa: mostra que a pele possui memória imunológica residente. Não é memória autobiográfica; é outra forma pela qual o passado modifica materialmente a resposta futura do organismo. (PubMed)

Patel, A. K., Reddy, V., Shumway, K. R., & Araujo, J. F. (2024). Physiology, Sleep Stages. StatPearls.
O que esta referência representa: fornece a arquitetura básica N1–N2–N3–N2–REM e as características de EEG utilizadas para nossos recortes. A própria arquitetura mostra que atravessar o sono não é simplesmente descer uma escada linear. (NCBI)

Avigdor, T., Peter-Derex, L., Ho, A., et al. (2025). Spectral and network investigation reveals distinct power and connectivity patterns between phasic and tonic REM sleep. Sleep, 48(8), zsaf133. DOI: 10.1093/sleep/zsaf133.
O que esta referência representa: fornece evidência intracraniana de diferenças neurofisiológicas entre REM tônico e fásico. REM não é um bloco único, embora também não devamos transformar tônico e fásico em duas fases rígidas independentes. (DOI)

Cataldi, J., Pelentritou, A., Schwartz, S., & De Lucia, M. (2026). Sensory processing reallocation from auditory to cardiac signals in REM sleep. Current Biology, 36(16), 4151–4159.e3. DOI: 10.1016/j.cub.2026.07.024.
O que esta referência representa: talvez seja a evidência mais próxima da nova hipótese APUS/Tekoha. O estudo demonstra uma mudança gradual no balanço entre respostas auditivas externas e cardíacas internas da vigília para REM tônico e fásico. Não prova APUS ou Tekoha; torna experimentalmente plausível perguntar como o peso relativo do exterior e do interior muda junto com a configuração da consciência. (PubMed)

Erdeniz, B., Tekgün, E., Lenggenhager, B., & Lopez, C. (2023). Visual perspective, distance, and felt presence of others in dreams. Consciousness and Cognition, 113, 103547. DOI: 10.1016/j.concog.2023.103547.
O que esta referência representa: demonstra que sonhos conservam organização de perspectiva, distância interpessoal e localização espacial do self. Isso permite tornar “APUS onírico” uma hipótese investigável em vez de apenas uma metáfora. (PubMed)

Wong, W., Herzog, R., Andrade, K. C., et al. (2025). A dream EEG and mentation database. Nature Communications, 16, 7495. DOI: 10.1038/s41467-025-61945-1.
O que esta referência representa: reúne 20 bases, 505 participantes e 2.643 despertares e amplia a investigação da experiência consciente para diferentes momentos do sono. Sonhar e sentir não pertencem simplesmente a uma única caixa chamada REM. (Nature)

Pereira Jr., A. (2023). Introdução à Metafísica do Monismo de Triplo Aspecto. ANPOF.
O que esta referência representa: fornece a base ontológica para não separarmos “corpo material” e “consciência que viaja”. Materialidade do corpo vivo, padrões dinâmicos de informação e sentiência são aspectos conjuntamente necessários da experiência consciente. Três aspectos; não três mundos. (ANPOF)

BrainLatam (2026). Tekoha y APUS — Interocepción y propiocepción más allá del vocabulario colonial.
O que esta referência representa: estabelece o uso BrainLatam de Tekoha como território interno sentido e APUS como território externo incorporado. A nova contribuição deste Blog 7 é transformar as fases e microestruturas do sono em uma pergunta experimental sobre como essas duas dimensões do Corpo-Território mudam de peso, estabilidade e flexibilidade ao longo da noite. (brainlatam)


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