Jackson Cionek
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Projeto NIRS - uma orquestra de 30 participantes como corpo-território sonoro

Projeto NIRS - uma orquestra de 30 participantes como corpo-território sonoro

Uma orquestra ao vivo oferece uma das imagens mais fortes para pensarmos o Novo Mundo.

Ali existe técnica.

Existe partitura.

Existe precisão.

Existe hierarquia aparente.

Existe um maestro.

Existem naipes.

Existem músicos líderes.

Existe público.

Existe silêncio.

Existe respiração.

Existe erro possível.

Existe beleza emergente.

E, acima de tudo, existe um corpo coletivo que nasce no entre.

Esse corpo coletivo é o Jiwasa musical.

A orquestra mostra que um grupo pode produzir ordem sem virar máquina. Pode ter liderança sem virar dominação. Pode ter regência sem apagar liberdade. Pode ter técnica sem perder presença. Pode ter partitura sem matar criação.

O maestro, nesse sentido, aparece como uma liderança viva. Ele conduz e escuta. Ele orienta e recebe. Ele organiza entradas, pausas, intensidades e passagens de energia. Em alguns momentos, a liderança está nele. Em outros, passa para o spalla. Em outros, passa para as cordas. Em outros, para os sopros. Em outros, para os metais. Em outros, para a percussão. Em outros, para o silêncio do público.

A liderança circula.

A autoridade se torna movimento.

A orquestra vira um sistema complexo vivo.

Essa é a semente primal deste experimento.

A orquestra como maravilha dos sistemas complexos

Em um sistema simples, o comando desce de cima para baixo.

Em um sistema vivo, a coordenação emerge entre partes que se escutam.

A orquestra mostra isso com clareza. O maestro não toca todos os instrumentos. Ele não produz todos os sons. Ele não substitui o corpo dos músicos. Ele cria condições para que muitos corpos produzam uma única presença sonora.

A função do maestro é modular o campo.

Ele acelera.

Sustenta.

Abre espaço.

Chama um naipe.

Retém outro.

Entrega protagonismo.

Recolhe excesso.

Protege a pausa.

Amplia o gesto.

Reduz o gesto.

Convida o coletivo a atravessar uma obra.

Essa liderança se aproxima da ideia de "chefe de mentirinha e liberdade de verdade".

A liderança existe, mas opera como função relacional.

O maestro aparece como centro temporário de coordenação, e não como dono do corpo coletivo.

Essa ideia conversa com "O Despertar de Tudo", de David Graeber e David Wengrow, obra que questiona narrativas lineares sobre a história humana e abre espaço para imaginar formas sociais mais diversas, flexíveis e descentralizadas.

A orquestra, então, vira metáfora e laboratório.

Metáfora de um Novo Mundo.

Laboratório de Jiwasa.

A pergunta do experimento

O Projeto NIRS pergunta:

podemos medir quando uma orquestra deixa de ser soma de músicos e passa a formar um corpo-território sonoro?

Essa pergunta precisa ser tratada com cuidado.

O NIRS não prova o Jiwasa sozinho.

O EEG não captura o espírito inteiro do coletivo.

O áudio não contém toda a presença.

O vídeo não vê tudo.

Mas, juntos, esses sinais podem abrir uma janela experimental.

O objetivo é transformar Capta em escuta.

Capta é rastro capturado.

Jiwasa é presença emergente.

O experimento não busca reduzir a música a dados. Busca criar uma ciência capaz de perceber quando o grupo ganha corpo, quando a liderança circula, quando o público entra no campo e quando o som deixa de ser apenas execução para se tornar acontecimento.

João Ricardo Sato: ponte brasileira entre fNIRS, música e Jiwasa

Neste ponto, o projeto encontra uma ponte brasileira muito importante: João Ricardo Sato.

João Ricardo Sato é professor da UFABC e atua na área de Métodos Quantitativos em Neurociências, com trajetória em modelagem estatística e computacional, neuroimagem, mapeamento funcional e estrutural do cérebro humano, séries temporais, bioestatística e modelos de regressão. (UFABC)

Essa trajetória importa porque o Projeto NIRS da orquestra precisa exatamente dessa ponte: corpo vivo, música, neuroimagem, estatística, séries temporais, interação e modelos capazes de lidar com muitos sinais ao mesmo tempo.

A Pesquisa FAPESP descreveu um espetáculo idealizado por Sato no qual música, cérebro e educação convergiram, destacando o uso de fNIRS para registrar múltiplas atividades cerebrais e estudar cognição musical à luz da neurociência. A matéria também explica que o fNIRS permite monitorar variações de oxigenação cerebral com a pessoa em movimento, algo essencial para experimentos mais naturais. (Revista Pesquisa Fapesp)

Isso é muito próximo da nossa proposta.

A orquestra de 30 participantes precisa ser estudada em movimento, em escuta, em respiração, em gesto, em som e em risco.

O estudo "fNIRS Responses in Professional Violinists While Playing Duets", com João R. Sato entre os autores, investigou violinistas profissionais tocando em dueto e encontrou evidências de papéis distintos de líder e seguidor no nível cerebral. (Frontiers)

Esse ponto é central para o nosso blog-projeto.

Se dois violinistas podem ser estudados como um sistema vivo de liderança, seguimento, escuta, gesto e acoplamento, então uma orquestra pode ser pensada como a expansão natural dessa pergunta.

O maestro não seria apenas comando central.

O maestro seria modulador do campo.

Os líderes de naipe não seriam apenas subordinados.

Seriam pontos móveis de liderança.

Os músicos não seriam apenas executores.

Seriam corpos-territórios sonoros em acoplamento.

O público não seria apenas receptor.

Seria parte do campo vivo da performance.

Outro trabalho com participação de João Ricardo Sato, "Hyperscanning fNIRS data analysis using multiregression dynamic models: an illustration in a violin duo", propôs uma abordagem para analisar dados de fNIRS hyperscanning, isto é, dados de múltiplos cérebros medidos simultaneamente. O artigo usa um dueto de violinos como ilustração e menciona explicitamente uma orquestra, com músicos e maestro interagindo, como exemplo de cenário relevante para a neurociência social. (Frontiers)

Esse artigo oferece uma semente metodológica direta para o nosso experimento.

Ele ajuda a pensar como a atividade de um cérebro pode influenciar ou se associar dinamicamente à atividade de outro durante uma interação. Em nossa linguagem, isso abre caminho para perguntar como a Capta pode começar a escutar o Jiwasa.

Também é relevante o trabalho "Hand motor learning in a musical context and prefrontal cortex hemodynamic response", com Sato entre os autores. O estudo usou fNIRS para avaliar sinais hemodinâmicos pré-frontais durante aprendizagem motora manual em contexto musical, usando uma progressão de acordes de piano em ambiente experimental ecológico. (Bv Fapesp)

Esse conjunto de publicações mostra que a proposta da orquestra não nasce do zero.

Ela nasce de uma trilha brasileira já aberta por Sato e colaboradores:

música;

fNIRS;

interação;

hyperscanning;

duetos;

liderança e seguimento;

aprendizagem motora musical;

análise dinâmica de séries temporais;

neurociência em contextos mais naturais.

Por isso, João Ricardo Sato deve ser valorizado neste projeto como um pesquisador capaz de ajudar a transformar a intuição do Jiwasa musical em desenho experimental.

Não para reduzir o Jiwasa a um gráfico.

Mas para criar uma ciência onde o dado possa servir à escuta do vivo.

Desenho experimental: 30 participantes

O experimento propõe uma orquestra reduzida com 30 participantes monitorados.

Composição sugerida:

1 maestro.

4 líderes de naipe, incluindo spalla, cordas, sopros, metais e percussão.

20 músicos distribuídos entre os naipes.

5 participantes do público, escolhidos para representar a escuta viva da sala.

Total: 30 corpos-territórios.

Essa formação permite observar três níveis ao mesmo tempo:

  1. O indivíduo.

  2. O naipe.

  3. O corpo coletivo da orquestra com público.

O objetivo é estudar o Jiwasa musical como padrão emergente entre maestro, músicos, naipes, público, espaço acústico e obra.

O que medir

O experimento deve integrar várias camadas de Capta.

Medidas propostas:

  • fNIRS/NIRS em participantes selecionados ou em todos, conforme viabilidade técnica.

  • EEG em subgrupo, especialmente maestro, líderes de naipe e alguns músicos.

  • HRV/RMSSD para avaliar regulação autonômica.

  • Respiração por cinta respiratória ou sensores equivalentes.

  • Áudio multicanal da sala.

  • Vídeo sincronizado da orquestra.

  • Movimento corporal por IMU ou tracking visual.

  • Registro de eventos da partitura.

  • Marcação de entradas, pausas, mudanças de liderança e passagens críticas.

  • Relatos fenomenológicos pós-performance.

  • Questionários de presença, pertencimento, risco, escuta e sensação de corpo coletivo.

Essa combinação permite observar como a música nasce entre cérebro, corpo, respiração, gesto, som e território.

Condições experimentais

O estudo pode comparar diferentes formas de apresentação.

Condição 1: gravação

O público escuta uma gravação de alta qualidade.

Aqui medimos a experiência sonora estabilizada.

A gravação cria permanência.

Condição 2: execução ao vivo sem público ativo

A orquestra toca em sala controlada, com público mínimo ou ausente.

Aqui observamos o acoplamento interno entre maestro, líderes e músicos.

A performance cria coordenação.

Condição 3: execução ao vivo com público

A orquestra toca diante dos 5 participantes do público monitorados.

Aqui o campo muda.

A sala ganha respiração social.

O público entra no sistema.

Condição 4: liderança centralizada

O maestro conduz com protagonismo alto, gestos mais diretos e maior controle.

Aqui observamos o corpo coletivo sob liderança vertical.

Condição 5: liderança distribuída

O maestro passa momentos de protagonismo para os líderes de naipe.

O spalla assume uma passagem.

As cordas conduzem uma transição.

Os sopros abrem uma cor.

Os metais criam força.

A percussão reorganiza energia.

O maestro vira menos dono do movimento e mais modulador do campo.

Aqui observamos a liderança circulando.

Essa condição é essencial para nossas ideias de Novo Mundo.

Condição 6: microvariação e risco consentido

A orquestra executa uma passagem com margem interpretativa, pequena instabilidade rítmica consentida ou liberdade expressiva controlada.

O objetivo é observar como o grupo responde ao risco vivo.

A pergunta é:

quando a instabilidade aparece, o coletivo se quebra ou se reorganiza?

Janelas do experimento

O experimento deve ser analisado por janelas.

Janela 1: silêncio antes da entrada

Antes do primeiro som, o corpo coletivo já começou.

O maestro respira.

Os músicos ajustam postura.

O público se aquieta.

A sala espera.

Pergunta:

a orquestra entra como 30 indivíduos ou como campo em formação?

Janela 2: primeiro gesto do maestro

O primeiro gesto cria o pacto.

O gesto chama tempo.

Chama corpo.

Chama escuta.

Chama pertencimento.

Pergunta:

quem segue o maestro apenas como comando e quem se acopla ao campo?

Janela 3: entrada do primeiro naipe

Quando um naipe entra, ele pode carregar o coletivo.

As cordas podem abrir território.

Os sopros podem colorir emoção.

Os metais podem criar força.

A percussão pode reorganizar chão.

Pergunta:

como o corpo da orquestra muda quando uma liderança parcial assume o campo?

Janela 4: passagem de liderança

Este é o coração do estudo.

O maestro conduz uma passagem e depois entrega protagonismo a um líder de naipe.

A liderança circula.

O campo se reorganiza.

Pergunta:

a sincronia aumenta quando a liderança é compartilhada?

A respiração do grupo se aproxima?

O público percebe maior presença?

O Jiwasa se intensifica?

Janela 5: quase erro

Uma instabilidade pequena aparece.

O grupo ajusta.

O maestro sente.

O líder de naipe responde.

O público prende a respiração.

Pergunta:

o erro possível cria atenção compartilhada?

A vulnerabilidade aumenta acoplamento?

O risco fortalece o Jiwasa?

Janela 6: clímax

No clímax, a orquestra concentra energia.

Som, gesto, respiração e atenção se densificam.

Pergunta:

o clímax é apenas aumento de volume ou formação de corpo-território sonoro?

Janela 7: silêncio depois do final

Depois da última nota, a música continua no corpo.

O silêncio final pode ser mais revelador que o som.

Pergunta:

o público volta imediatamente ao indivíduo ou permanece por alguns segundos em corpo coletivo?

Índice Jiwasa Musical

O experimento pode propor um índice exploratório chamado Índice Jiwasa Musical.

Esse índice não seria uma medida absoluta.

Seria uma composição de sinais.

Componentes possíveis:

  • sincronia interbrain entre maestro, líderes e músicos;

  • sincronia fisiológica por HRV e respiração;

  • coordenação acústica entre naipes;

  • estabilidade e flexibilidade temporal;

  • dinâmica de olhar, gesto e movimento;

  • reação do público em HRV, respiração e relatos;

  • percepção subjetiva de presença, pertencimento e corpo coletivo;

  • momentos em que liderança circula sem perda de coesão.

O Jiwasa Musical aparece quando muitos sinais apontam para uma mesma direção:

o grupo está criando um corpo maior.

O maestro como modelo de liderança para o Novo Mundo

A orquestra ensina uma política.

O maestro pode ser lido como uma liderança de transição.

Ele ajuda o grupo a atravessar uma obra.

Ele sustenta o campo.

Ele distribui atenção.

Ele chama lideranças.

Ele reconhece o momento em que outro corpo precisa conduzir.

Essa imagem se aproxima de um Estado vivo.

Um Estado que reconhece o corpo-território como unidade mínima.

Um Estado que cria condições para que cada território expresse sua potência.

Um Estado que coordena sem capturar.

Um Estado que distribui sem apagar singularidades.

Um Estado que usa tecnologia para pertencimento.

Aqui entra o Drex cidadão como semente tecnológica.

O Banco Central apresenta o Drex como moeda digital de banco central e afirma que ele busca democratizar o acesso aos benefícios da economia digital, tornando transações financeiras mais simples, eficientes e seguras. (Banco Central do Brasil)

Em nossa leitura, o Drex cidadão de varejo pode ser pensado como uma tecnologia pública de pertencimento.

Não apenas dinheiro digital.

Mas infraestrutura de vínculo entre corpo-território, direitos, circulação, cuidado, produção local e futuro comum.

O mundo colonizado levou a monetização ao centro da vida.

Transformou terra em ativo.

Atenção em produto.

Infância em mercado.

Arte em conteúdo.

Futuro em dívida.

O Novo Mundo precisa recolocar o corpo-território no centro.

Nesse Novo Mundo, a tecnologia financeira precisa servir ao pertencimento.

O CBDC de varejo com Drex cidadão poderia funcionar como base para políticas públicas mais próximas da vida real:

renda territorial;

financiamento local;

circuitos culturais;

saúde comunitária;

educação situada;

economia regenerativa;

valorização de corpos-territórios;

rastros públicos de cuidado;

pertencimento como infraestrutura.

A orquestra nos ajuda a imaginar isso.

O maestro não possui a música.

O Estado não deveria possuir os territórios.

O maestro cria condições para o som emergir.

O Estado deveria criar condições para o Weichö de cada corpo-território florescer.

Do concerto ao Novo Mundo

Este experimento começa com música.

Mas sua pergunta chega à política.

A orquestra mostra que coordenação pode nascer com liberdade.

Mostra que liderança pode circular.

Mostra que o coletivo pode ganhar forma sem apagar singularidades.

Mostra que técnica pode servir à presença.

Mostra que uma partitura pode orientar sem aprisionar.

Mostra que o erro possível pode aumentar atenção.

Mostra que o público participa do corpo sonoro.

Mostra que o entre é mensurável, sensível e criador.

A ciência do NIRS pode ajudar a revelar parte desse entre.

A filosofia do Corpo-Território pode dar linguagem.

A Inteligência DNA pode dar fundamento vital.

O Drex cidadão pode dar infraestrutura tecnológica de pertencimento.

E o Jiwasa pode dar nome ao que emerge quando muitos corpos deixam de ser massa e passam a ser corpo comum.

Fechamento

O Projeto NIRS com uma orquestra de 30 participantes propõe mais que um estudo de música.

Propõe um ensaio de Novo Mundo.

Um mundo onde liderança circula.

Onde o maestro chama potências.

Onde os naipes expressam diferenças.

Onde o público participa do campo.

Onde a tecnologia mede sem substituir a vida.

Onde o dado escuta o corpo.

Onde o Estado aprende com a orquestra.

Onde o dinheiro digital pode servir ao pertencimento.

Onde o corpo-território vira unidade mínima de política, economia e cuidado.

A orquestra viva nos ensina que o coletivo mais bonito surge quando cada corpo oferece sua singularidade ao campo comum.

Esse campo comum é o Jiwasa.

João Ricardo Sato e sua linha de pesquisa ajudam a tornar essa hipótese mais concreta. Seu trabalho com fNIRS, música, hyperscanning, duetos, liderança e análise de múltiplos cérebros oferece uma base brasileira para que o Jiwasa musical deixe de ser apenas intuição filosófica e se torne também desenho experimental.

Talvez o Novo Mundo comece quando aprendermos a reger sem dominar, medir sem reduzir, monetizar sem capturar e organizar sem matar a liberdade viva dos corpos-territórios.

Publicações e fontes pertinentes para vincular ao projeto

Vanzella, P., Balardin, J. B., Furucho, R. A., Zimeo Morais, G. A., Braun Janzen, T., Sammler, D., and Sato, J. R. 2019. "fNIRS Responses in Professional Violinists While Playing Duets: Evidence for Distinct Leader and Follower Roles at the Brain Level". Frontiers in Psychology. Este é o estudo mais diretamente conectado à ideia de maestro, liderança, seguimento, acoplamento e performance musical com fNIRS. (Frontiers)

Nascimento, D. C., Santos da Silva, J. R., Ara, A., Sato, J. R., and Costa, L. 2023. "Hyperscanning fNIRS data analysis using multiregression dynamic models: an illustration in a violin duo". Frontiers in Computational Neuroscience. Este artigo oferece uma ponte metodológica para analisar múltiplos cérebros em interação e cita a orquestra como exemplo de cenário social relevante para esse tipo de abordagem. (Frontiers)

Heinze, R. A., Vanzella, P., Zimeo Morais, G. A., and Sato, J. R. 2019. "Hand motor learning in a musical context and prefrontal cortex hemodynamic response: a functional near-infrared spectroscopy (fNIRS) study". Cognitive Processing. Este estudo conecta aprendizagem motora musical, resposta hemodinâmica pré-frontal e fNIRS em contexto ecológico. (Bv Fapesp)

Pesquisa FAPESP. 2019. "Novas formas de conhecer o cérebro". A matéria apresenta a atuação de Sato com fNIRS, música, educação e registro de múltiplas atividades cerebrais, oferecendo uma narrativa pública forte para aproximar ciência, música e presença. (Revista Pesquisa Fapesp)

Banco Central do Brasil. "Drex". Fonte oficial para contextualizar o Drex como moeda digital de banco central e como infraestrutura de digitalização econômica que, em nossa leitura, pode ser ampliada conceitualmente para pertencimento territorial. (Banco Central do Brasil)






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